Obra bordada

Mãe D'água

Uma obra presente no imaginário dos ribeirinhos do São Francisco

Mãe d'Água, Iara, Uiara, Sereia, Iemanjá, Janaína? Senhora das Águas, Mãe das Águas, Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora Aparecida? Tantas mulheres que fazem parte das narrativas da história oral brasileira, entre povos ribeirinhos e de beira-mar. Ser de tantos nomes, trazidos de terras de além-mar, estão presente em tradições europeias e africanas. Aqui no Brasil elas todas fazem parte da mistura entre ritos, lendas.

A Mãe d’água está sempre presente no imaginário dos ribeirinhos do São Francisco.


A imagem que se faz dela é a de uma mulher de pele e cabelos claros, moça bonita da cintura para cima, peixe da cintura para baixo. Aparece sobre uma pedra ou uma ilha, cantando faceira com seu espelho na mão. O canto é de sedução para o barqueiro que passa, o marinheiro ou viajante desavisado.


Muitas vezes ela convida as pessoas a mergulharem em águas profundas para saber dos segredos do rio. O cativado enamorado precisa ter muita força e coragem para retornar das funduras de um remanso da sereia.


Nesta obra que apresentamos os artistas do Matizes Dumont recontam a história oral, que quando crianças escutaram ao cair da noite, nas horas mágicas de contações de histórias, na beira de uma fogueira.

Características da obra


  • A tela foi bordada em fios de lã e seda sobre composição em tecido artesanal mineiro. A técnica em fios soltos e malabares do bordado livre, integra a coleção Entre Rios-Entre Nós.
  • Com moldura na cor madeira;
  • Tamanho 106 cm x 96 cm.

Essa obra já foi vendida. Agradecemos o interesse!


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